Prelúdio: a Mulher Selvagem

Prelúdio: subs. masc.; ato ou exercício preliminar; peça que serve de introdução a uma obra musical; o que vem antes; aquilo que anuncia, que prevê; INDÍCIO, PRENÚNCIO, SINAL   Prelúdio é um grito interior, visceral mesmo, que aponta directamente à natureza selvagem das mulheres. A peça é uma performance poética que nos revela um emaranhado […]

O Vigilante Noturno

Registo horário Meia-noite: Frio. Mais frio que ontem. Materiais, tudo no lugar, não tugem nem mugem. Chegou o carregamento de baldes, plástico bom. São só meia-dúzia mas o estaleiro já parece outro. Uma da manhã: Os tijolos continuam a aborrecer-me. Estão demasiado bem-dispostos. Quando volto da ronda, apanho sempre algum fora do lugar. Se continuarem, […]

Roda da fortuna

Roda da Fortuna é uma viagem ao centro de Wall Street e suas frenéticas transacções determinantes no futuro do mundo. Um espectáculo que apresenta de forma divertida um universo caótico de onde emergem personagens grotescas, num jogo ao mesmo tempo burlesco e absurdo. Histórias individuais cruzam-se para compor um quadro ainda maior. Desde o corretor […]

One Man Alone

ONE MAN ALONE é um espetáculo a solo, literalmente a solo. Sem contracena, nem operador de luz nem som, o ator vê-se assim obrigado a prosseguir o seu espetáculo interpretando e operando ao mesmo tempo a própria luz que o ilumina e a música que acompanha a cena. Tudo acontece numa padaria, naquelas horas da […]

Guarda-mundos

Que memórias estão presentes na roupa que vestimos ou nos objetos que utilizamos ao longo de uma vida? Que histórias ficam guardadas em gavetas? O que guarda um guarda-fatos?   Guarda Mundos é um espetáculo construído sobre um objeto muito particular, o guarda-fatos. Este objeto é na infância símbolo de refúgio e de portal para […]

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Teatro da Didascália

O Teatro da Didascália é uma cooperativa cultural fundada em 2008 e sediada em Joane, Vila Nova de Famalicão. A sua atividade desdobra-se entre a criação de projetos artísticos transdisciplinares
e a programação e acolhimento de outros projetos artísticos: no seu espaço de criação e programação, o fAUNA, no encontro Territórios Dramáticos, e no Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous, que decorre nas cidades de Barcelos, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão.

A sua intervenção transdisciplinar é desenhada para se desenvolver entre o espaço público e o espaço convencional, numa lógica de profunda relação com as dinâmicas socioculturais particulares dos territórios onde intervém, com especial foco na região do Vale do Ave, visando contribuir para o desenvolvimento de públicos na região e, simultaneamente para o fortalecimento da coesão desse território.

O projeto artístico coopera institucionalmente com autarquias, instituições artísticas, sociais e educativas, presentes nos territórios onde atua, numa estratégia de interajuda socioeducativa e de aproximação às artes, nomeadamente através do seu próprio programa de mediação e desenvolvimento de públicos do Teatro da Didascália – zOOm: ver melhor.

O Teatro da Didascália é uma entidade financiada pela Direção-Geral das Artes – Ministério da Cultura e tem como principal autarquia parceira a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

Bruno Martins

Ator/Director Artistico

É, desde 2008, fundador e diretor artístico do Teatro da Didascália. É no âmbito desta estrutura que desenvolve o seu trabalho enquanto artista, criando obras com regular circulação pelo território nacional e com apresentações pontuais ao nível internacional em países como: Espanha, França, Lituânia, Brasil e Turquia. Das suas mais recentes criações, destacam-se os espetáculos Fronteira (2019), Argila: no princípio era o Verbo
(2019), Prelúdio: a mulher selvagem (2016), Guarda Mundos (2015).

Paralelamente ao seu trabalho enquanto criador, dirige e programa o Festival Internacional Vaudeville Rendez- Vous, com uma programação focada no universo do circo contemporâneo e formas
transdisciplinares para espaço público, nos concelhos de Barcelos, Braga, Famalicão e Guimarães. Foi responsável pela programação do encontro de teatro
Territórios Dramáticos entre 2017 e 2019, e pela criação entre 2013 e 2016, do Contos d’Avó – festival itinerante de narração oral, desenvolvido nas freguesias rurais de Vila Nova de Famalicão.

Ainda no âmbito desta estrutura, foi
responsável pela idealização e concepção do espaço fAUNA, um espaço cultural
alternativo inserido numa antiga vacaria na Quinta da Bemposta, em Joane, destinado à programação e ao acolhimento de residências artísticas.

bruno@teatrodadidascalia.com

Cláudia Berkeley

Atriz / Diretora

Desde 2014 que integra a equipa do Teatro da Didascália como atriz/criadora e assume a coordenação geral de todo o projeto.Programa o Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous – Festival de Circo Contemporâneo que acontece anualmente em Barcelos, Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão.

É a responsável pela participação do Teatro das Didascália nas redes internacionais: CircoStrada (curadora de duas mesas-redondas no Fresh Circus 2018 e membro do grupo de trabalho), CircusNext e CircusLink. Em 2015 fez um curso de 52 horas de Dança Aérea, promovido pela Companhia UMpor1. Entre 2012 e 2014, colaborou com a companhia Jangada Teatro, e foi lá que começou a internacionalizar a sua carreira.  Atuou no Keistuoliu teatras (Lituânia), Vilkaviškis Kuturus Centras (Lituânia), Vilniaus Kamerinis Teatras (Lituânia), Teatro Glauce Rocha (Rio de Janeiro – Brasil), Teatro Commune (São Paulo – Brasil) e VDU Teatras (Kaunas – Lituânia). Durante esse período trabalhou como atriz em várias peças, destacando-se: Médico à força de Molière, encenado por John Mowat; “O Espelho”, de Sophia de Mello Breyner Andresen, encenado por Manuel Costa Dias; Boca do Inferno, de António Torrado, encenado por José Carretas; Romance da Raposa, de Aquilino Ribeiro encenado por Luiz Oliveira; Fui ao mar, texto e encenação de Luiz Oliveira; O Grande Cortejo, texto de Luís Ângelo Fernandes e encenação de Fernando Moreira; Quem Come a Minha Casinha, dramaturgia e encenação de José Caldas; Patinho Feio, dramaturgia e encenação de Luiz Oliveira. Em 2011 fez o papel de Musa da Devoção no musical “1906 O Nosso Grande Amor”, encenado por Matilde Trocado Castro e com direção musical de Hugo Reis. Em 2010, participou num série de performances sobre o músico experimental Cornelius Cardew, realizadas na Culturgest, no Porto. A sua formação em dança inclui popping, locking, breakdance, newschool, dancehall e dança contemporânea. Lecionou Popping no Pinguim (Porto) e no Centro de Estudos Shine (Vila Nova de Gaia) de 2010 a 2012. Em 2010, foi Assistente de Produção no FIMP (Festival Internacional de Marionetas do Porto). Entre 2008 e 2011 formou-se em Teatro no Balleteatro Contemporâneo do Porto.

claudia@teatrodadidascalia.com

Raquel Passos

Produtora

Raquel Passos é natural de Guimarães. Desde cedo mostra interesse pela cultura, o social e as artes, escolhendo o curso secundário de Animador Sociocultural. É licenciada em Animação e Produção
Artística e pós-graduada em Comunicação Arte e Cultura.

Participou como voluntária na Feira Afonsina e noutras iniciativas na área da cultura. Em março
de 2019 ingressa a equipa do Teatro da Didascália como estagiária em Produção,
cargo que atualmente exerce como responsável de Produção.

raquel@teatrodidascalia.com

Valter Alves

Diretor Técnico

Curso de Realização Técnica do Espetáculo pela Academia Contemporânea do Espetáculo, Porto.Trabalhou como desenhador de luz para os seguintes espetáculos: Roda da Fortuna (Teatro da Didascália),IN (Al-MaSRAH Teatro),Eu Hei-de Crescer e, depois, tu vais ver (Al-MaSRAH Teatro), Minimal Show (Al-MaSRAH Teatro), As Leis Fundamentais da Estupidez Humana (Al-MaSRAH Teatro), Conta-me outros Fados (Al-MaSRAH Teatro), One Man Alone (Teatro da Didascália).

Como operador de luz e som trabalhou em vários teatros e auditórios de norte a sul do país, como são exemplo: Casa da Música, Rivoli, Teatro Campo Alegre, Teatro D. Maria II, Teatro Maria Matos, Culturgest, Europarque, Teatro Carlos Alberto, Teatro Municipal de Bragança, Teatro de Vila Real, Teatro do Bolhão, Teatro Gil Vicente, Teatro Torres Vedras, Teatro do Cartaxo, Teatro Sá da Bandeira (Santarém), Balleteatro Auditório, Centro Cultural Vila Flor, Theatro Club, Teatro Taborda, Auditório Municipal de Lousada, Teatro Garcia de Resende, Cine-Teatro de Serpa, Centro Cultural de Lagos, Auditório Municipal de Olhão, Fórum Seixal, Cine Teatro de Penela, Auditório Municipal de Olhão, Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco), Teatro Lethes (Faro), T.E.M.P.O. (Portimão), Auditório Carlos Paredes (Benfica), Auditório Municipal de Viana do Alentejo, Casa de Teatro (Sintra), Centro Cultural Transfronteiriço de Alandroal, Teatro Acert.

valter@teatrodidascalia.com

Ruiz Souza

Diretor Musical

Em 2007 conclui o curso de piano clássico no CCM/ARTAVE e mais tarde muda-se para a Escola de Jazz do Porto onde estuda piano na vertente jazz. Iniciou a licenciatura em Filosofia na Universidade Católica Portuguesa e posteriormente termina com excelência uma especialização na Universidade de Edimburgo. Desde 2014 que faz investigação sobre órgão de tubos ibéricos. Destacam-se as peças “Vox Humana – Monólogos para atriz e órgão de tubos” e “Audax Viator” – criações em colaboração com o escritor Afonso Cruz e com o filósofo e jornalista Rui Pereira. Recentemente fez a composição para vozes do projeto: “Os velhos também querem viver” em colaboração com o escritor Gonçalo M. Tavares para o Festival Silêncio. Trabalhou como compositor com diversas companhias de teatro e dança, tendo composto também, algumas bandas sonoras para cinema. Atuamente apresenta-se com o seu projeto Dada Garbeck considerado pela crítica nacional e internacional (Jornal Público, Antena 3 e Mindies – Madrid) como um dos projetos portugueses mais interessantes e reveladores.

Já fez digressões por países como Malta, Alemanha, Áustria, Suíça, Itália, Grécia, Lituânia e E.U.A. Estudou composição para voz em movimento segundo as metodologias de Murray Schaffer e trabalha como compositor, criador e ensaiador na Associação Outra Voz, tendo vindo a desenvolver um extenso trabalho na área da comunidade nas mais diversas cidades portuguesas. No momento encontra-se como diretor musical no Teatro da Didascália.

rui@teatrodidascalia.com

Vera Santos

Coordenadora zOOm

Vera Santos (Porto, 1973), mantém desde o início dos anos 1990 a sua actividade como intérprete e pedagoga, dedicando-se nos últimos anos, paralelamente, à investigação e mediação artística e cultural.

Com formação académica na área das Artes Plásticas, fez o Curso profissional de Dança (Interpretação) no Balleteatro e o Bacharelato em Teatro (Interpretação) na ESMAE, licenciou-se em História da arte e concluiu o Mestrado em Estudos Artísticos/ Teoria e Crítica da Arte, em 2012, na Universidade do Porto.

Desde 2012 desenvolve atividade na área da mediação cultural e entre 2014-2018 foi responsável pela elaboração implementação e coordenação do MAIS DOIS – Programa de Aprendizagem na área das Artes Performativas (Teatro e Dança), um projeto piloto no âmbito das AEC, em articulação com os equipamentos culturais resultantes de Guimarães Capital da Cultura 2012. Promovido pela Câmara Municipal de Guimarães e pelo Serviço Educativo d’A Oficina, abrangeu as Escolas públicas de 1º CEB do concelho de Guimarães.

Em 2020 assumiu a coordenação do zOOm: ver melhor – programa de mediação e desenvolvimento de públicos do Teatro da Didascália.

zoom@teatrodidascalia.com